Roadmap dos Agentes
O guia para formalizar e colocar um agente de IA operacional em produção — do zero, sobre OpenClaw + LLM + hospedagem própria + integrações. A síntese está aqui; o detalhe, em cada módulo.
O que é, quando faz sentido e por quê. Sem código — é o “Conceito” de cada módulo.
Comandos, caminhos e exemplos que rodam — é o “Hands-on” de cada módulo.
<seu-agente>, <sua-empresa>, <vault-empresa>. E a contagem de agentes é livre: um ou vários, conforme a necessidade real.- 1Fundamentos
- 2Infraestrutura
- 3Criar o bot
- 4Conectar ao OpenClaw
- 5Primeira conversa
- 6Anatomia (6 camadas)
- 7Memória
- 8Ferramentas & plataformas
- 9Skills
- 10Crons
- 11Sub-agentes
- 12Boas práticas
- 13Banco de referência
Banco de Skills
Reunimos, construímos e testamos algumas das melhores skills e criamos esse banco exclusivamente pra vocês do Panteão.
Se já quiser fazer o download e instalação direta:
filtrar por tag
Nenhuma skill com esses filtros.
SKILL.md, o gatilho da description e as boas práticas.Fundamentos
Um agente não é um chatbot
Um chatbot responde perguntas. Um agente de IA operacional é um colaborador digital: executa tarefas repetitivas do seu dia a dia com autonomia parcial, dentro de um domínio bem definido. Ele não fica esperando a próxima pergunta — ele tem função, rotina e responsabilidade sobre um pedaço da operação.
A diferença prática: você não "usa" um agente como usa um chat. Você delega a ele — e cobra resultado sobre uma métrica.
A anatomia mínima de qualquer agente
Todo agente, por mais simples, é feito das mesmas seis peças:
- 1 · LLMO raciocínio (Claude, GPT, Gemini…). Terceirizado via API.
- 2 · RuntimeO "corpo" que hospeda o agente e orquestra tudo. Aqui: OpenClaw.
- 3 · CanalComo você conversa com ele (Telegram, WhatsApp, webchat, e-mail).
- 4 · MemóriaO que ele sabe sobre você, o negócio e decisões passadas.
- 5 · FerramentasAs integrações que ele opera (planilhas, CRM, ads, e-mail).
- 6 · IdentidadeQuem ele é, como fala, o que pode e o que não pode fazer.
Os próximos módulos montam exatamente essas peças, nessa ordem: primeiro o corpo e o canal, depois a identidade, a memória e as ferramentas.
Por que a LLM é sua, não da plataforma
A API key da LLM é sempre contratada no nome do cliente. Isso não é detalhe burocrático: é o que garante que o agente pertença a você. Se amanhã você trocar de runtime, de servidor ou de fornecedor, o cérebro continua sendo seu — você não fica refém de ninguém.
Checklist antes de criar qualquer agente
Não abra o terminal ainda. Todo agente começa respondendo cinco perguntas. Se alguma ficar em branco, o agente vai nascer sem foco.
- Qual é a métrica-âncora que ele vai mover? (uma só)
- Qual é a hipótese? "Se este agente executar X, a métrica sobe porque Y."
- Quais são as 3 a 5 tarefas concretas que ele deve executar no primeiro mês?
- Que ferramentas ele precisa acessar para fazer isso?
- Qual é o canal em que o dono do agente vai falar com ele?
Contratar a infraestrutura
Três contratos independentes
A infraestrutura do agente são três contratações separadas. Você faz as três uma vez; depois é só manter.
- 1 · HospedagemUma VPS Linux (ex.: Hostinger, DigitalOcean, Hetzner). Custo único ou mensal, no CNPJ do negócio.
- 2 · Runtime OpenClawInstalado sobre a hospedagem. É open-source — o "corpo" do agente.
- 3 · LLMConta na Anthropic (Claude), OpenAI (GPT) ou um agregador (OpenRouter). A API key mora no cofre.
Por que separado? Porque cada peça é trocável de forma independente. Quer mudar de LLM amanhã? Troca a key. Quer migrar de servidor? Sobe o runtime em outro lugar. Você nunca perde o agente por trocar um fornecedor.
Subir o ambiente
1. A VPS
Configuração mínima recomendada para começar (ajuste conforme o número de agentes):
- 4 vCPU
- 8 GB RAM
- 80 GB SSD
- Ubuntu 22.04 LTS
2. Instalar e inicializar o OpenClaw
Com acesso à VPS, o fluxo básico é instalar o runtime, criar o profile do agente e conferir que subiu:
# 1. instalar o runtime OpenClaw na VPS
npm install -g openclaw
# 2. criar o profile do agente
openclaw init
# 3. abrir a configuração inicial
openclaw config
# 4. conferir que o ambiente subiu
openclaw statusconfig na doc oficial do OpenClaw (docs.openclaw.ai) e na cópia local instalada na sua VPS antes de rodar em produção.3. A API key da LLM
Gere a API key na plataforma escolhida (Anthropic, OpenAI ou agregador) e guarde no cofre de senhas do negócio antes de colar em qualquer arquivo de configuração.
openclaw status responde OK na sua VPS e a API key da LLM está salva no cofre — não em texto puro em lugar nenhum.Criar o bot
O bot é só a porta de entrada
Um “bot” não é o agente — é uma identidade em um canal (Telegram, WhatsApp, webchat, Slack…) que o OpenClaw controla. As mensagens que chegam nesse bot são entregues ao agente; as respostas do agente saem por ele. O cérebro é o agente; o bot é a boca e o ouvido.
Qual canal escolher
A regra é simples: onde a pessoa já mora o dia todo. Não adianta um canal lindo que ninguém abre. Para a maioria, o Telegram é o primeiro canal — rápido de configurar e sem burocracia.
Telegram — o primeiro canal recomendado
Todo o processo acontece dentro do próprio Telegram, conversando com o @BotFather (o bot oficial que cria bots):
# 1. abra uma conversa com @BotFather e crie o bot
/newbot
# 2. informe um nome de exibição e um username terminando em "bot"
# ex: Atendimento -> _bot
# 3. dê cara ao bot (opcional, mas recomendado)
/setdescription
/setabouttext
/setuserpic
# 4. se o agente vai participar de GRUPOS e precisa ler tudo:
/setprivacy -> Disable NNNNNNNNN:AAF…). Ele é a chave do bot — salve na hora no cofre de senhas (ex.: item Telegram <sua-empresa>). Nunca cole esse token direto num arquivo ou mensagem.- WhatsApp Business API — exige conta Meta Business, número dedicado e aprovação de templates. Ciclo bem mais lento; trate como opção avançada, não como primeiro canal.
- Webchat do OpenClaw — pra embutir no seu site. Habilita-se o canal
webchatna configuração do OpenClaw; roda no próprio domínio, sem token externo.
/help no @BotFather. Para o canal webchat, confirme o nome exato da opção na doc do OpenClaw./start — mesmo que ainda com a mensagem padrão do BotFather. O token está salvo no cofre.Conectar o bot ao OpenClaw
Canal: a ponte entre o bot e o agente
No OpenClaw, um canal é a ponte entre um bot (a identidade externa que você criou) e um agente (a identidade interna). É isso que faz o token do Telegram “apontar” para o seu agente. Um agente pode ter vários canais; um canal pertence a um agente por vez.
Ligar o canal Telegram ao agente
Tudo acontece no servidor, via openclaw gateway. Primeiro veja o estado atual, depois aponte o token e o agente do canal:
# 1. ver os canais já configurados
openclaw gateway config.get channels
# 2. apontar o token do bot e o agente que responde por ele
openclaw gateway config.patch channels.telegram.token "<TOKEN_DO_BOTFATHER>"
openclaw gateway config.patch channels.telegram.agent "<seu-agente>"
# 3. aplicar (hot-reload quando possível; senão, reiniciar)
openclaw gateway config.apply
openclaw gateway restartop read:# lê o token do cofre sem exibir o valor
op read "op://<vault-empresa>/telegram/token"channels.telegram.token, .agent) podem variar por versão. Confirme os caminhos exatos com config.schema.lookup na doc oficial do OpenClaw antes de aplicar.Primeira conversa
Os três jeitos de falar com o agente
- DMConversa 1-a-1. É o modo de trabalho padrão.
- GrupoO agente participa de um grupo com pessoas. Precisa saber quando falar e quando calar (menções, comandos).
- WebchatA conversa vive numa página web — site, atendimento.
Uma sessão vive dentro de um canal: a resposta do agente sempre volta por onde a mensagem entrou. Você não se perde sobre “onde ele respondeu”.
Comandos do dia a dia
Dentro da conversa, alguns comandos internos controlam a sessão:
/help # lista os comandos disponíveis
/status # estado da sessão: modelo, uso, tempo
/new # encerra a sessão atual e começa outra
/model <alias> # troca a LLM no meio da conversa/new. Isso evita que o contexto de um assunto vaze pro outro — a não ser quando você quer continuidade de propósito./help no próprio agente sempre mostra o conjunto atual./new e checa a saúde dela com /status.Anatomia do agente
Um agente é um conjunto de arquivos
Um agente de verdade não é um prompt gigante — é um conjunto de arquivos em markdown, cada um com um papel. As 6 camadas abaixo definem quem o agente é. Escrevê-las é o coração da imersão.
| Arquivo | O que é | Propósito |
|---|---|---|
| SOUL.md | A alma: personalidade, essência e não-negociáveis. | Como o agente pensa e se posiciona. |
| IDENTITY.md | O contexto institucional. | Tudo que ele sabe sobre a própria empresa. |
| USER.md | O guia de uso, escrito pro time. | Como as pessoas trabalham com ele. |
| AGENTS.md | A estrutura de hierarquia e colaboração. | Quem é quem e quem reporta a quem. |
| TOOLS.md | As ferramentas e integrações que ele opera. | O que ele pode acessar e como. |
| MEMORY.md | O índice de memórias durável. | O que ele lembra permanentemente. |
HEARTBEAT.md — o motor operacional
Há ainda uma sétima peça, de natureza diferente. Enquanto as 6 camadas dizem quem o agente é, o HEARTBEAT.md diz como ele opera: frentes de atuação, rotinas e a estrutura padrão das respostas — por exemplo, “toda estratégia traz contexto, objetivo, público, ideia, canais, execução, métricas e próximos passos”.
SOUL.md. É a camada que mais muda o comportamento — e as outras ficam mais fáceis depois que a alma está definida.O que entra em cada arquivo
Todos são markdown puro. Em resumo:
SOUL.md— identidade em 1ª pessoa: essência (3–5 traços), não-negociáveis, o motor de execução e os critérios de prioridade.IDENTITY.md— o “manual da empresa”: nome, CNPJ, portfólio com valores, público-alvo, tom de voz, canais oficiais e regras comerciais.USER.md— escrito pra quem aciona o agente: como pedir bem, o que esperar e o que ele não faz sozinho.AGENTS.md— hierarquia e colaboração: se há sub-agentes, quem cuida de quê, protocolos e regra de escalonamento.TOOLS.md— inventário de ferramentas: para cada uma, o uso, as métricas prioritárias e o protocolo (ex.: “nunca alterar campanha ativa sem validação humana”).MEMORY.md— índice de memórias persistentes: uma linha por item, com link pro arquivo detalhado (máx. ~200 linhas).HEARTBEAT.md— a rotina: frentes de atuação e a estrutura padrão das respostas.
Na prática, o SOUL.md é o que mais muda o comportamento. Um esqueleto pra começar:
# SOUL
## Essência
- <3 a 5 traços que definem a personalidade dele>
## Não-negociáveis
- Evidência acima de achismo
- Zero enrolação; sempre com próximos passos explícitos
## Motor de execução
OBSERVAR -> ORIENTAR -> DECIDIR -> AGIR -> MEDIR -> APRENDER
## Como prioriza
- <critério de priorização>SOUL.md em 1ª pessoa — é o agente falando de si. Faça o teste: pergunte a mesma coisa antes e depois de escrever a alma. A resposta muda.Memória
O agente que lembra
Memória é o que separa um assistente que recomeça do zero toda vez de um colaborador que acumula contexto. No OpenClaw, o próprio agente gerencia a memória — a auto-memory — escrevendo arquivos markdown num diretório dedicado.
Os quatro tipos de memória
- userQuem é a pessoa, papel e preferências.
- feedbackCorreções e validações explícitas (“faça assim, não assim”).
- projectProjetos e iniciativas em andamento, com prazos.
- referencePonteiros pra sistemas externos (dashboards, projetos, canais).
Como a memória é escrita
Cada memória é um arquivo próprio, com frontmatter (name, description, type) e um corpo curto:
---
name: <slug-da-memoria>
description: <quando essa memória é relevante, em 1 frase>
type: project
---
# <título curto>
- fato durável que o agente deve lembrar
- prazo, decisão ou preferência — com um <detalhe> quando útilE o MEMORY.md funciona como índice — uma linha por memória, apontando pro arquivo:
# Índice de memórias
- project_<slug>.md — <o que é, em poucas palavras>
- user_<slug>.md — <quem é, papel, preferências>
- reference_<slug>.md — <ponteiro pra um sistema externo>_archive/ com a data. Assim o histórico é reversível e nada se perde por engano.Ferramentas & plataformas
Ferramentas são as mãos do agente
Sem ferramentas, o agente só conversa. Com elas, ele age no mundo: lê e-mail, cria tarefa, ajusta campanha, atualiza planilha. Cada ferramenta é uma integração.
O padrão é sempre o mesmo, não importa a ferramenta: (1) autenticar uma vez, (2) guardar a credencial no cofre e (3) deixar o agente resolver por referência quando precisar. A chave nunca fica no código.
op read na hora do uso. Nunca colada em arquivo, config ou histórico de terminal.As integrações e como conectar
As principais integrações e o essencial de cada uma:
| Ferramenta | O que destrava | Autenticação | Item no cofre |
|---|---|---|---|
| Google Workspace | Gmail, Drive, Docs, Sheets | OAuth (pelo gog) | google-oauth |
| Google Ads | campanhas e métricas de busca | OAuth + developer token | google-ads |
| Google Calendar | agenda e eventos | OAuth (escopo calendar) | google-oauth |
| Meta Ads | campanhas e métricas Meta | System User token | meta-system-user |
| ClickUp | tarefas, CRM e listas | token de API | clickup-api |
| Notion | páginas e bases | integration token | notion-api |
| Chatwoot | conversas de atendimento | token de API + account id | chatwoot-api |
O Google entra por um wrapper único, o gog — autentica uma vez e opera Gmail, Drive, Docs, Sheets e Calendar:
# instala e autentica o wrapper do Google
npm install -g gog
gog auth login
# a partir daqui o agente opera o Google via gogPara serviços com token de API (ClickUp, Notion, Chatwoot…), o padrão é resolver o token do cofre na própria chamada:
# o token nunca aparece no código: vem do cofre na hora
curl -H "Authorization: Bearer $(op read op://<vault-empresa>/clickup-api/token)" \
https://api.clickup.com/api/v2/teamads_management, ads_read) e trate-o como credencial crítica no cofre.Skills
Skill: uma capacidade de prateleira
Uma skill é uma capacidade empacotada numa pasta, com um SKILL.md e os arquivos de apoio. O agente puxa a skill quando o contexto combina — é o playbook pronto para "fechar o relatório mensal" ou "fazer o onboarding de um cliente".
description: ela precisa dizer o que faz e, principalmente, quando usar.Anatomia de uma skill
Um SKILL.md tem frontmatter (name, description) e um corpo com o gatilho e o passo a passo:
---
name: <nome-da-skill>
description: <o que faz E quando usar — é isso que dispara a skill>
---
# <Nome da skill>
## Quando usar
- <situação que dispara a skill>
## Passo a passo
1. <primeiro passo>
2. <segundo passo, com o resultado esperado>description — é o gatilho. Se ela não deixa claro quando usar, o agente não vai acionar a skill na hora certa.description acontece.Crons
Cron: o agente proativo
Um cron é uma tarefa agendada que o agente roda por conta própria — relatórios, monitoramentos, sincronizações. É o que transforma o agente de reativo em proativo.
Agendando um cron
Um cron tem horário (a cron string), a tarefa, o modelo e a forma de entrega:
# resumo semanal, toda segunda 8h, entregue no canal
openclaw cron add \
--schedule "0 8 * * 1" \
--agent "<seu-agente>" \
--model "anthropic/claude-sonnet-4-6" \
--delivery channel \
--task "Gere o resumo semanal de performance e poste no canal."anthropic/claude-sonnet-4-6. Use Opus só quando o ganho justificar o custo.delivery.mode) pode variar por versão — confirme na doc oficial do OpenClaw.Sub-agentes
Sub-agentes: delegar para especialistas
Um sub-agente é um agente especializado a quem o principal delega uma tarefa. Ele trabalha isolado — com contexto próprio — e devolve só o resultado. Serve pra papéis recorrentes e específicos.
Como a delegação funciona
O AGENTS.md declara os sub-agentes. O principal abre uma sessão isolada (spawn), envia a tarefa com o contexto mínimo (send) e recebe o resultado de volta (yield):
# o principal delega uma tarefa isolada a um sub-agente
openclaw sessions spawn --agent "<sub-agente>" \
--task "<tarefa específica + o contexto mínimo necessário>"
# o sub-agente trabalha isolado e devolve (yield) só o resultadoanthropic/claude-sonnet-4-6.spawn, send, yield) podem mudar por versão — confirme na doc oficial do OpenClaw.Boas práticas
Não são regras burocráticas — são os hábitos que separam um agente que ajuda de um que atrapalha. Volte aqui sempre que for criar algo novo.
- Um agente real vale mais que cinco meia-boca. Prefira um agente que move uma métrica de verdade a vários genéricos que só enchem o canal.
- Credencial só no cofre. Nunca cru no código, config ou histórico — sempre resolvido por referência com
op read. - Identidade antes de ferramenta. Comece pelo
SOUL.md; com a alma definida, todo o resto rende mais. - Sempre “LLM” — e o modelo certo.
claude-sonnet-4-6como padrão; Opus só quando o ganho justifica o custo. - Memória decai. Faça higiene, confirme antes de agir sobre memória antiga e arquive em vez de deletar.
- Revisão humana no que é sensível. Verba, ofertas, promessas públicas e comunicação institucional passam por gente antes de ir ao ar.
- O gatilho está na
description. Skills e crons precisam dizer quando disparar — não só o que fazem. - Poucos crons de alto valor. Um cron que gera decisão vale mais que dez que viram ruído.
- Sub-agente pra papel especializado. Delegue o recorrente e específico; não crie um sub-agente pra cada coisa.
- Registre decisões e aprendizados. O agente melhora quando o que funcionou (e o que não) fica documentado.
Banco de referência
Cada item traz o essencial pra decidir se vale a pena: o que é, quando usar (e quando não), de que depende e qual o sinal de que está funcionando. Comece pelas de maior valor e vá expandindo.